segunda-feira, 20 de abril de 2009

As privatizações foram benéficas para o Brasil Por Félix Maier





Este texto de um site respeitadíssimo no meio liberal denota bem a decisão acertada de privatizar. Leiam e vejam! o site é o http://causaliberal.com.br e o link : http://causaliberal.com.br/causaliberal/index.php?option=com_content&task=view&id=86

Nacionalisteiros babacas e socialistas retrógrados são os verdadeiros males do Brasil! No Brasil, infelizmente, há também muitos militares que se apresentam como nacionalistas, porém são apenas babacas inocentes úteis, por contribuírem com o pensamento da ideologia esquerdizóide, em prejuízo de toda a sociedade brasileira.

As privatizações realizadas por FHC foram benéficas para o povo brasileiro, embora os petistas, durante o segundo turno da eleição presidencial, pronunciassem a dita cuja como se fosse um palavrão. Alckmin caiu no alçapão petista. Em vez de defender as privatizações feitas pelo governo tucano, apresentando os números disponíveis abaixo, o candidato passou a maior parte de seu precioso tempo na TV explicando que não iria privatizar a Petrossauro, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica. E ainda ostentou a camisa do Banco do Brasil que os petistas vestiram nele...

Também, não se podia esperar outra coisa: Alckmin, um cara com jeito de seminarista recém-saído do colégio interno, tendo que enfrentar, sozinho, as meninas de Jeanne Córner da Daspu petista. Deu no que deu.

Antes das privatizações, um telefone fixo custava, em média, o equivalente a R$ 6 mil no Rio de Janeiro. Na Ilha do Governador custava R$ 13 mil, na Barra da Tijuca, R$ 15 mil. Como funcionava isso? Você pagava um carnê da Telerj, p. ex., em 24 prestações e depois ainda tinha que esperar anos, anos e anos para que instalassem a linha. Em Brasília, no Plano Piloto, no início de 1992, eu comprei uma linha equivalente, hoje, a R$ 2 mil.

Depois das privatizações, você não paga mais pelo uso da linha, tanto no telefone fixo, quanto no celular. No fixo, hoje, você paga apenas a taxa de instalação, não mais a linha em si. Em ambos os sistemas - fixo e celular - você paga pelo que consome (no fixo existe uma taxa mínima, com o título de “serviços mensais”). No Brasil pós-privatização, todos os brasileiros têm condições de comprar um telefone, mesmo uma empregada doméstica, um faxineiro e até um desempregado que faz “bicos”. É incalculável o benefício que o celular trouxe para milhões de brasileiros, profissionais liberais ou autônomos, que podem distribuir cartões com seu celular, para angariar uma infinidade de novos clientes. Tudo graças à entrada de capital nacional e estrangeiro que acarretou a criação de inúmeras empresas de telefonia. Ou seja, tudo isso é benefício trazido pela privatização das telecomunicações.

Com a Embraer, ocorreu o mesmo. De uma empresa quase falida, depois da privatização triplicou o número de funcionários e é, hoje, um dos carros-chefe das exportações brasileiras. Atualmente, a Embraer é uma multinacional próspera, está criando plantas industriais na China e no Sudeste asiático.

E com a Vale do Rio Doce, o que aconteceu? A última edição da revista Veja (1º/11/2006) traz números que só provam que as privatizações foram benéficas para o País, não maléficas, como os embusteiros petistas apresentaram durante a campanha presidencial.

No artigo de Veja, pg. 88 a 89, lê-se que "A privatização foi decisiva para o crescimento da Vale do Rio Doce, que, com a compra da Inco (por US$ 13,3 bilhões), se tornou a segunda maior mineradora do mundo" (pg. 88).

Números da Vale:

Vendas de minério de ferro e pelotas (em milhões de toneladas):

1997: 100

2005: 252,2

Número de funcionários (diretos):

1997: 11.000

2005: 39.000

Lucro líquido:

1997: 350 milhões de dólares

2005: 4,8 bilhões de dólares

Valor de mercado:

1997: 9 bilhões de dólares

2006: 77 bilhões de dólares

Números de países em que está presente:

1997: 7

2006: 18

Fonte: revista Veja, pg. 88 e 89)

"A Vale, criada em 1942, constituía uma exceção à infeficiência reinante nas estatais. Desde 1974 era a maior exportadora de minério de ferro do mundo. Mas o Estado funcionava como um freio que impedia seu pleno desenvolvimento. A companhia era competitiva internacionalmente. No Brasil, entretanto, submetia-se aos órgãos de controle de preço do governo. E, a partir de 1979, quando foi criada a Secretaria de Controle de Empresas Estatais (Sest), perdeu completamente a autonomia. Não podia gastar, ainda que fosse para gerar mais receita. Estava, portanto, condenada ao sucateamento, num processo estimulado também por focos de ineficiência típicos de empresas estatais. Os processos de licitação eram burocratizados, havia restrições à contratação de pessoal e limites a reajustes salariais, sem falar na nefasta ingerência política na nomeação de diretores. Hoje a companhia tem uma política de incentivos que permite a contratação de profissionais de primeira linha, o que contribui para aumentar sua eficiência. 'A privatização deu à Vale liberdade de gestão, e isso é o que está por trás do desempenho atual', resume Tito Martins, diretor de Assuntos Corporativos da empresa" (Veja, pg. 88 e 89).

"Um outro estudo, de 1996, feito pelo BNDES pelo economista Armando Castelar, mostra que, no conjunto de 46 empresas privatizadas entre 1981 e 1994, o faturamento cresceu 27%, as vendas por funcionários subiram 83%, o patrimônio triplicou e o investimento quadruplicou" (Veja, pg. 89).

Portanto, nacionalisteiros babacas e socialistas retrógrados: deixem de ser embusteiros. Vocês, petistas, sabem muito bem que as privatizações beneficiaram o Brasil, porém colocaram o dualismo "direita x esquerda" na televisão para enganar os incautos, prejudicando o candidato Alckmin que engoliu a isca. Privatização, na maioria dos casos, só traz benefícios ao país, por eliminar o fator político de sua administração e estancar a hemorragia de verbas desviadas pela corrupção, desgraça inerente a toda empresa estatal. Prova disso são os escândalos recentes apresentados pelos Correios, Banco do Brasil (Visanet), CEF e Petrobrás, todos mastodontes federais a serviço da ladroagem petista durante os quatro anos de Lula.

Se a Petrossauro não fosse uma empresa estatal, se em 1953 os nacionalisteiros babacas e os socialistas retrógrados não tivessem vencido a queda de braço "o petróleo é nosso", criando um monopólio estatal, por certo hoje estaríamos pagando uma gasolina muito mais barata. A Argentina, p. ex., que começou a explorar o petróleo na mesma época que o Brasil, não caiu na armadilha xenófoba e nacionalisteira, deixando que várias empresas, nacionais e estrangeiras, tocassem o negócio. Em 5 anos, eles estavam exportando petróleo. Hoje, na Argentina se paga a metade do preço por um litro de gasolina, se comparado com o Brasil. Os espertos petistas convenceram 58 milhões de cleptomaníacos em potencial que é bom o brasileiro pagar o dobro pelo litro da gasolina. Tudo em nome de nossa República Socialista Bananeira, a maior cleptocracia do mundo.

Nacionalisteiros babacas e socialistas retrógrados são os verdadeiros males do Brasil! No Brasil, infelizmente, há também muitos militares que se apresentam como nacionalistas, porém são apenas babacas inocentes e úteis, por contribuírem com o pensamento da ideologia esquerdizóide, em prejuízo de toda a sociedade brasileira.


A direita congressista e a frustração do movimento liberal brasileiro



Este texto me é interessante, muito, resume bem a realidade política brasileira. http://vanguardaliberal.wordpress.com/ esse é link de onde retirei este texto.


Outubro 26, 20o6

Quando vejo alguém cujas posições político-ideológicas não conheço falar em termos de esquerda e direita, sou tomado por calafrios e às vezes sinto um arrepio de cima a baixo na espinha. E não é para menos, pois este assunto é muito falado pelo brasileiro médio, e este, cidadão inacabado que é, que não sabe sequer deixar de votar em políticos comprovadamente pilantras, quase sempre tropeça na língua quando se mete numa seara que não é a sua: o raciocínio lógico e desprovido de paixões.

É muito comum o brasileiro médio entender por direita os políticos e partidos situacionistas, em oposição à esquerda, isto é, aos políticos e partidos oposicionistas. Entretanto, quando o jogo democrático se inverte e os políticos e partidos trocam de posições no governo e no parlamento, o brasileiro médio, até então orgulhoso cientista político de botequim, literalmente
quebra a cabeça, além da cara, evidentemente. Definir direita e esquerda como situação e oposição é retroceder à França do século XVIII, à famosa Assembléia dos Estados-Gerais, em que os súditos situacionistas sentavam-se à direita do Rei, enquanto que os súditos oposicionistas sentavam-se à esquerda do monarca. Hoje em dia, porém, está difícil até para manter a definição de esquerda e direita como, respectivamente, socialismo e capitalismo, afinal, após a queda do Muro de Berlim, o que se observou em regiões como o outrora soviético Leste Europeu foi a ascensão de uma irritante doutrina híbrida como suposta terceira via entre socialismo e capitalismo: a social-democracia. Classifico tal salada ideológica como irritante porque seus membros buscam preencher, geralmente, a lacuna central do espectro ideológico, constituindo o famigerado centro, que faz com que os políticos e partidos social-democratas possam flutuar livremente entre a esquerda e a direita, balouçando para o lado que mais lhes convier em cada ocasião e em cada lugar.

A grande legenda social-democrata do Brasil é o tucanato. O PSDB, que poucos, como eu, conhecem pelo seu nome por extenso, Partido da Social-Democracia Brasileira, é um partido típico em termos de social-democracia: ora pende à esquerda, ora pende à direita. Vai para onde os melhores ventos sopram, não se comprometendo profundamente com nenhum dos lados. Pode-se dizer, trocando em miúdos, que o social-democrata é uma espécie de bissexual da política, pois corta para o lado que der.

Porém, voltando à questão da direita brasileira, o que se vê no Brasil de hoje é que há 3 esquerdas unidas e duas direitas desconexas. As 3 esquerdas são a esquerda do Congresso Nacional, a esquerda da grande mídia e a esquerda da internet: uma lê os pensamentos da outra; elas estão sempre perfeitamente sincronizadas em suas braçadas pelo mar de lama do atual governo. Do outro lado, as duas direitas são a direita congressista e a direita da internet: além de a direita da grande mídia simplesmente não existir, as outras duas são absolutamente diferentes uma da outra. Se elas compusessem o parlamento brasileiro sozinhas, seriam forças políticas opostas e irreconciliáveis. A direita congressista é representada pelo que há de mais burro e patético nos políticos e partidos brasileiros não-socialistas. Sua principal legenda é o PFL, Partido da Frente Liberal, que de liberal só tem o nome. Seus principais políticos são: Paulo Maluf, Erasmo Dias, Jair Bolsonaro, Afanásio Jazadji, Conte Lopes, José Sarney, Antônio Carlos Magalhães, Enéas Carneiro, entre outros. Com estes garotos-propaganda, o filme da direita como um todo já sai queimado de fábrica; nem adianta argumentar. Por outro lado, a direita da internet é forte, corajosa, inteligente e organizada. Entretanto, o movimento liberal brasileiro fica resumido a isso: uma baita grita na internet e a total ausência de sua materialização em todos os outros setores da sociedade brasileira, principalmente a política partidária, tanto parlamentar quanto governamental.

Por fim, gostaria de dizer que todos os esforços para que o movimento liberal brasileiro se constitua num partido político genuinamente liberal e capaz de bater de frente com as demais forças políticas serão frustrados não apenas pelas 3 esquerdas, mas também, principalmente, pela burrice contagiosa da direita congressista.